segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Declarações do Papa Francisco sobre o a Teoria do Big Bang

Na Imagem, algumas fotos do Padre Georges Lemaître,
inclusive uma com Pio XII e uma com Einstein.
Pelo Escolascado Igor Pereira 

O que dizer dessa Mídia, que conheço tanto e já desconsidero pakas?

Essa semana, fomos assolados por diversas notícias acerca da declaração do Papa Francisco sobre as Teorias do Big Bang e da Evolução estarem corretas. O tom de “OMG-Papa-Francisco-Apoia-Evolução-E-Big-Bang!!” das manchetes só demonstra o que já tenho notado há tempos: a Mídia sabe bulhufas sobre a Igreja.

Em relação à Teoria do Big Bang a coisa é um pouco mais gritante e engraçada, visto que o pai desta teoria é o padre belga (p-a-d-r-e) Georges-Henri Édouard Lemaître, indicado pelo papa Pio XI para a Pontifícia Academia de Ciências, em 1936. Foi o padre Lemaître quem propôs a Teoria do Big Bang, que ele chamava de "hipótese do átomo primordial", mais tarde desenvolvida por George Gamow.
Em 1951, o Papa Pio XII já havia acolhido a teoria do Pe. Lemaître com extrema empolgação, como demonstra um discurso dele para a Pontifícia Academia de Ciências [1] no qual o papa deixava claro que não havia incompatibilidade daquela idéia com a noção católica da criação do mundo pelas mãos de Deus. A Empolgação do Papa foi tanta que ele já tentou estabelecer essa teoria como prova científica da existência de Deus. Quando soube que Pio XII faria um novo discurso nessa direção, o padre cientista arrumou um jeito de fazer chegar um “Menos Santidade, calma aê!” [2] aos ouvidos do Papa.

Já em relação a Evolução, Quem sabe alguma coisa sobre a história católica sabe que uma declaração como esta do papa Francisco não traz nada de novo. O mesmo Papa Pio XII, citado anteriormente, escreveu uma encíclica, a "Humani Generis", em 1950, afirmando que não havia conflito entre a evolução e a fé católica [3]. O Papa São João Paulo II reafirmou isso de certa forma quando salientou que a evolução era “mais do que uma hipótese”, em 1996 [4]. O Papa Bento XVI acolheu uma conferência em Castel Gandolfo sobre as nuances da criação e evolução em 2006. Há um livro oficial sobre o evento para quem quiser saber mais [5]. Inclusive, os comentários do Papa Francisco foram justamente quando ele estava inaugurando um busto do papa emérito na Academia de Ciências.

Mas nada disso parece importar para a grande mídia. Há uma tentativa enorme por parte dela de separar o Papa Francisco dos seus antecessores mesmo quando ele só repete o que eles fizeram. A coisa está tão descarada, que o "Eye of the Tiber" , Uma espécie de "Sensacionalista" católico de língua inglesa, publicou uma “matéria” satirizando a situação no ultimo dia 28 intitulada “Pope Francis Says Forces Of Gravity And Electromagnetism Are Real” (“Papa Francisco diz que as forças de gravidade e eletromagnetismo são reais”) [6].

Reconheço aqui que tenho que fazer justiça ao menos à Folha de São Paulo que publicou um artigo bastante lúcido sobre o assunto aqui no Brasil, Inclusive citando o que os papas anteriores já haviam dito [7]. E também assinalar a minha surpresa com o genial artigo publicado pela colunista de Religião da revista TIME (!!!), Elizabeth Dias, no último dia 29, onde ela tece uma crítica ao que a mídia anda fazendo com o Santo Padre [8].

Resumindo: Se você procura saber algo sobre o Papa/Vaticano, sinto em lhe dizer que jornais não são mais fontes, pelo menos não ultimamente. (muito menos os perfis dos Grandiosos formadores de Opinião do Facebook [cof cof] como Felipe Neto).
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[1] Discurso do Papa Pio XII para Pontifícia Academia de Ciências em novembro de 1951 (Italiano):http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/speeches/1951/documents/hf_p-xii_spe_19511122_di-serena_it.html

[2] Texto da Coluna Tubo de Ensaio sobre o Padre Lamaître:http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/tubo-de-ensaio/vamos-aprender-com-o-padre-lemaitre/

[3] Carta Encíclica Humani Generis:http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_12081950_humani-generis_po.html

[4] Discurso do Papa João Paulo II à Pontifícia Academia de Ciências, 1996 (Inglês): http://www.ewtn.com/library/papaldoc/jp961022.htm

[5] "Creation and Evolution: A Conference with Pope Benedict XVI in Castel Gandolfo": http://www.amazon.com/Creation-Evolution-Conference-Benedict-Gandolfo/dp/1586172344

[6] “Pope Francis Says Forces Of Gravity And Electromagnetism Are Real”:http://www.eyeofthetiber.com/2014/10/28/pope-francis-says-forces-of-gravity-and-electromagnetism-are-real/

[7] "Teorias do Big Bang e da Evolução estão corretas, diz papa Francisco":http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/10/1539614-teorias-do-big-bang-e-evolucao-estao-corretas-diz-papa-francisco.shtml

[8] "Sorry, But Media Coverage of Pope Francis is Papal Bull":http://time.com/3545844/pope-francis-evolution-creationism/

Por:Escolástica Da Depressão

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dois pilares de apoio: “acompanhamento” e “acolhimento"

Sínodo sobre a Família
A família deve ser acolhida e acompanhada em todas as suas dificuldades, mas é preciso propor histórias positivas de vida familiar: esse foi um dos aspectos evidenciados na coletiva da manhã desta quinta-feira, na Sala de Imprensa da Santa Sé, sobre o andamento dos trabalhos do Sínodo dedicado aos desafios pastorais da família no contexto da evangelização.

Trata-se de um caminho que prossegue no signo da “transparência” e da “participação”. Com essas palavras, o porta-voz vaticano, Pe. Federico Lombardi, apresentou a decisão da Assembleia sinodal de publicar os relatórios dos 10 “Círculos menores”, que, em síntese, refletem o ponto de vista dos vários grupos linguísticos em que os Padres sinodais se subdividiram nesta segunda e última semana de trabalhos sinodais, os quais foram lidos durante a manhã desta quinta-feira.

A referida decisão dos Padres sinodais, explicou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, coloca-se em coerência com a escolha de publicar o “Relatório após discussão” e, igualmente a este – indicou –, também os relatórios dos Círculos Menores devem ser considerados “documentos de trabalho”, nada de definitivo, mas somente uma contribuição no âmbito do caminho do Sínodo.

Além disso, nesta quinta-feira foram apresentadas as propostas de revisão para o “Relatório após discussão”, que deverão ser elaboradas para ultimar o documento final do Sínodo, cuja aprovação deverá ter lugar no sábado à tarde.

Ademais, informou o sacerdote jesuíta, após a observação sobre a falta de expoentes africanos na Comissão encarregada de redigir o documento final, o Papa Francisco decidiu acrescentar a este pequeno organismo o Cardeal Napier e Dom Hart, representando assim o continente africano e a Nova Zelândia.

Antes de passar a palavra ao arcebispo de Viena, Cardeal Christoph Schönborn, e ao casal Miano, empenhados nos trabalhos sinodais, Pe. Lombardi fez um esclarecimento à mídia em nome do prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Ludwig Müller:

“Pediu-me para dizer que o que foi referido, que ele teria dito, que o relatório era indigno, vergonhoso e completamente errôneo, não corresponde à verdade, não é o seu modo de expressar-se e, portanto, afirma não tê-lo dito e pediu-me para dizer-lhes isso, vez que tal afirmação a ele atribuída estava se difundido amplamente.”

O Cardeal Schönborn evidenciou o enorme interesse suscitado pelo Sínodo em andamento, explicando-o, substancialmente, com as multifacetárias situações que o tema família traz em seu âmago. O arcebispo de Viena ressaltou o dote de ser da família, no passado como no presente, uma “rede de sobrevivência”:

“Penso que, para além das muitas questões morais, devemos ver o papel positivo, fundamentalmente positivo da família. Penso que o Papa nos tenha convidado a ver o tema da família não para lançar o olhar para tudo aquilo que não funciona na família (…) mas para mostrar, sobretudo, a sua beleza e necessidade vital. Por isso convidou-nos a um olhar atento para a realidade.”

Por sua vez, Franco Miano ressaltou a necessidade, mais do que nunca, de apresentar histórias positivas da vida familiar, para dizer que “existem muitas famílias que, mesmo na dificuldade da vida”, “buscam viver o Evangelho”.

E fazer isso, acrescentou, não significa julgar as outras situações, pelo contrário: “o esforço do Sínodo é um esforço de acompanhamento, de um saber unir proximidade e cuidado diante de situações difíceis com a necessidade de mostrar a beleza do ser família, do ser família hoje”.

Giuseppina Miano deteve-se sobre o “realismo” mostrado pelos Padres sinodais ao tratar das questões prementes da família contemporânea, em outras palavras, uma “vontade” manifesta, observou, de “partir da escuta da vida, e não de uma enunciação teórica de alguns princípios”.

Entre as questões levantadas na coletiva de imprensa ao Cardeal Schönborn, uma delas solicitou-lhe ulterior esclarecimento sobre “tensões” na Sala sinodal, reflexo da dificuldade de conciliar doutrina e acolhimento.

Com simpatia, o purpurado explicou tomando, justamente, um exemplo da vida familiar:

“Se alguns padres do Sínodo dizem: ‘Atenção, porque não podemos esquecer a doutrina'; por outro lado, há também a necessidade de acompanhamento de tantas situações, diante das quais o Papa fala de hospital de campanha. Muitas vezes acontece na família de a mãe dizer: ‘É muito perigoso'; e o pai dizer: ‘Não, não tenha medo’. Estamos numa grande família. Assim uns dizem: ‘Atenção! Têm razão, é perigoso!'; e outros dizem: ‘Não, não tenham medo!'”

Nas respostas às questões apresentadas pelos jornalistas dois termos apareceram em particular. O edifício do Sínodo escolheu apoiar-se em dois pilares: “acompanhamento” e “acolhimento”.

Por exemplo, no caso das uniões de fato, bem como para todas as questões de sofrimento que dizem respeito ao universo familiar. Sobre as uniões homossexuais o Cardeal Schönborn reiterou um princípio claro para a fé cristã: “primeiro deve-se olhar para as pessoas, antes de olhar para sua orientação sexual”.

“Isso não significa – precisou – que o respeito seja para todo e qualquer comportamento humano. Não se deve olhar diretamente para o quarto das famílias. Primeiro olhamos para a sala de estar.”

Por Rádio Vaticano

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Francisco alcança 16 milhões de seguidores no Twitter

imagens_6920131029440Nesta terça-feira, 14 de outubro, os seguidores das nove contas do Papa Francisco no Twitter superaram a cifra da 16 milhões.

Esta nova marca foi alcançada quase dois meses depois da conclusão da viagem de Francisco à Coreia do Sul, quando naquela ocasião registrou 15 milhões de seguidores.

Quase metade deles seguem a conta do Pontífice em espanhol (6.961,158 – 43,51%), o inglês fica em segundo lugar, seguido do italiano. A língua portuguesa aparece em quarto lugar, com mais de um milhão e 172 mil seguidores – 7,33% do total.

Além dessas línguas, a conta do Papa está disponível em latim, polonês, alemão e árabe.

O account @pontifex foi aberto em 12 de dezembro de 2012, sob o pontificado de Bento XVI. Com sua renúncia, houve uma pausa nos tuítes, que foram retomados por Francisco em 19 de março de 2013.

Por Rádio Vaticano

terça-feira, 14 de outubro de 2014

O Hallowen é contrário a fé católica

A Arquidiocese do México, em um artigo sobre a festa de Halloween no semanário "Desde la Fe", disse que "se procuramos ser fiéis à nossa fé e aos valores do Evangelho, teríamos que concluir que a atual festa do Hallowen não só não tem nada a ver com a celebração que deu origem, mas também é nociva e contrária à fé e a vida cristã". (acidigital.com – 29/10/2007). A Arquidiocese considera que o Halloween "rende honra a uma cultura da morte, que é produto da mescla de costumes pagãos" e o mais grave "é que a festividade foi se identificando com grupos neopagãos e celebrações satânicas e ocultistas".

No texto intitulado "Perguntas frequentes sobre o Halloween", o Arcebispado afirma que essa celebração dista muito do que devem celebrar os cristãos, por isso exortou aos fiéis a não celebrar o Halloween. Afirma ainda que em alguns países como México, Irlanda e Estados Unidos são realizadas, durante esta festa, missas negras, cultos esotéricos e outras reuniões relacionadas com o mal e o ocultismo".

O artigo também questiona o costume, principalmente entre crianças, de disfarçarem-se de bruxas, vampiros, fantasmas e monstros, e convida os pais a, no dia 1º de novembro, disfarçarem seus filhos de personagens bíblicos ou alguma pessoa que "saibam que foi boa e que, portanto, certamente estará no céu".

O Halloween é uma festa muito comum nos EUA e na Europa e é celebrada no dia 31 de Outubro, mas é de origem pagã. A comemoração veio dos antigos Celtas, um povo que habitava a Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia, Irlanda) há mais de 2 mil anos, vindos da Ásia. Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano e, segundo um antigo ritual de sua religião druida, os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, no último dia do ano, que para eles era o dia 31 de outubro. Os mortos queriam, entre outras coisas, alimentar-se e assustar as pessoas. Acreditavam também no aparecimento das bruxas, consideradas mulheres que tinham vida sexual com demônios e que faziam muito mal às pessoas, ao gado etc.

Com isso, os Celtas costumavam se vestir com máscaras assustadoras para afastar os espíritos e as bruxas. Esse episódio é conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas, especialmente com o trabalho de São Patrício no século IV e São Columbano  no século VI. Com isso, a Igreja Católica transformou este ritual pagão em uma festa religiosa. Ela passou a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado deveria honrar os santos. Daí veio o “All Hallows Day”: o dia de Todos os Santos.

A tradição entre estes povos continuou e, além de celebrarem o dia de Todos os Santos, eles celebravam também a noite da véspera do dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com a comida. A noite era chamada de “ All Hallows Evening”, abreviando-se, veio o Halloween.

Vemos assim que a tradição de comemorar as bruxas ou outros espíritos não é cristã e deve ser evitada, ainda que tenha apenas uma conotação folclórica. Devemos, sim, celebrar o dia de todos os Santos.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Aliança política entre Católicos e Evangélicos


Hoje, não é possível contribuir para o bem do Brasil sem que haja uma sólida aliança política entre os católicos e os protestantes, embora existam muitas pessoas trabalhando contra isto.

Antes de explicar por que esta aliança é importante, urge que se explique o que é política. O Papa Francisco, durante sua visita ao Brasil, disse: "O futuro exige hoje o trabalho de reabilitar a política (...), que é uma das formas mais altas da caridade"01. Esta frase tem sido recorrente nos discursos do Santo Padre: a política é uma elevada forma de caridade. Trata-se de um esforço, um trabalho sistemático em prol do bem comum. E justamente por isto ela é uma forma de caridade: para buscar o bem comum, é preciso renunciar a algo que nos é próprio.

Encontramo-nos na seguinte situação: uma ideologia internacional, bem financiada e determinada, está cooptando milhares de pessoas para trabalhar pela destruição do patrimônio moral multissecular do Ocidente. Um antro de criminosos pôs na cabeça que precisa acabar não só com a moralidade judaico-cristã, mas com a própria família. Como eles têm consciência de que a população como um todo é contrária aos seus anseios, eles manipulam a linguagem para destruir essas instituições sem que ninguém perceba. "Mudar o significado e o conteúdo das palavras é uma artimanha para que a reengenharia social seja aceita por todos sem protestos"02.

Para combater esta investida perversa contra os próprios fundamentos da civilização, é necessária uma coalizão conservadora de católicos, protestantes, espíritas, judeus e todos os homens de boa vontade que querem verdadeiramente conservar o patrimônio espiritual, moral e jurídico que forjou o Ocidente.

É evidente que, na prática religiosa do dia a dia, todo bom católico continuará acolhendo o chamado à missão e procurando a conversão dos outros. A mesma coisa acontecerá do lado dos protestantes. Ou seja, para um bom católico, o protestante continuará sendo um herege e, para um protestante convicto, um católico permanecerá sendo um idólatra. Onde há liberdade religiosa, é normal que as pessoas empreendam o diálogo entre si, tentando convencer as outras.

Não é preciso, pois, revirar o passado para procurar alguma forma de desunir os cristãos. Os católicos e os evangélicos estão perfeitamente de acordo que, no plano religioso, não há acordo nenhum. É em outro campo que se quer firmar um acordo: o campo político. Para firmar este acordo, é preciso deixar de lado as diferenças para trabalhar juntos. Nesta coalizão, é preciso travar uma luta para salvar a família, a moralidade e a própria civilização, que estão sendo atacadas por uma horda de bárbaros.

Esses "novos bárbaros" não vêm com a guerra, cruzando os limites geográficos de nossos territórios; mas vêm com uma ideologia, como serpentes, com a língua bifurcada: com as palavras, dizem uma coisa; mas, no fundo, querem insinuar outra. Encapam seus propósitos sórdidos com termos sofisticados, como "discriminação" e "identidade de gênero"; mas, na verdade, desejam destruir os papéis familiares de pai, mãe, esposo, esposa e filhos, e implantar suas estratégias nos currículos escolares de nossas crianças. Aplicam-se a eles as palavras do salmista: "Enquanto eles bendizem com os lábios, no coração, bem lá do fundo, amaldiçoam"03.

Ninguém discute que é preciso respeitar as minorias, mas não se pode tolerar que as nossas escolas se tornem fábricas de destruição do patrimônio moral judaico-cristão. Por isso, católicos e evangélicos devem deixar de lado as suas diferenças para trabalhar juntos pelo bem comum e pelas nossas famílias, antes que seja tarde demais.


Por: Padre Paulo Ricardo

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

CNBB abre concurso para hino da Campanha da Fraternidade 2015

Estão abertas as inscrições do concurso para escolha do Hino da Campanha da Fraternidade 2015. O prazo para envio das composições (áudio e partitura) será até 11 de junho de 2014. Por decisão do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep) da CNBB, o concurso será realizado em um único edital, que irá selecionar letra e  música, simultaneamente, podendo haver parceria de letristas e músicos. A Campanha da Fraternidade de 2015 terá como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). O objetivo é inserir a campanha nas comemorações do jubileu do Concílio Vaticano II, com base nas reflexões propostas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição PastoralGaudium et Spes, que tratam da missão na Igreja no mundo.O assessor de música litúrgica da CNBB, padre José Carlos Sala, destaca a importância do concurso e da colaboração dos profissionais da música.
“A participação de poetas e músicos para a composição de um hino visa traduzir em linguagem poética os conteúdos do tema, lema e objetivos da Campanha da Fraternidade, com uma melodia bela e expressiva que possibilite a participação de todos no canto”, explica.

Fonte: CNBB

Tentando Voltar

Olá Caros leitores.

Obrigado por estar sempre conosco, mesmo nesse tempo que passamos sem postar nada, Agradecemos suas curtidas e seus comentários, sua divulgação é muito importante para nós, tanto que decidimos tentar voltar a esse blog maravilhoso que Deus nos inspirou, mas para isso precisamos de ajuda para voltar.

Quem quiser (e puder) ajudar estamos aceitando qualquer valor de doação, basta clicar no botão abaixo e doar via PagSeguro.



Nós iremos continuar a postar no blog, tentaremos manter uma freqüência de pelo menos  três postagens por semana até reengajarmos.

A paz de Cristo e o amor de Maria estejam convosco.
       Jovens Templários do Sagrado Coração

sexta-feira, 12 de julho de 2013

1ª Reunião Festiva do Grupo Jovens Templários

Esse domingo 1º reunião festiva do grupo jovem por favor não falte a sua presença é muito importante vai ser as 14:00 horas.


sábado, 6 de julho de 2013

Cds da Jornada da Juventude




 
Agora, além de escutar a trilha sonora oficial da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), também é possível aprender as letras e partituras das 15 faixas do CD “No Coração da Jornada”. Os vídeos foram elaborados de maneira simples e já estão disponíveis.

As músicas do CD serão tocadas na Missa de Envio e nos demais Atos Centrais. “No Coração da Jornada” foi lançado em maio e está sendo vendido nas lojas Americanas. O valor das vendas do produto será revertido para contribuir com os custos da Jornada.

Grandes nomes da música católica participaram do CD, que conta com a música “Seja Bem-vindo”, composta pelo padre Fábio de Melo especialmente para o Papa Francisco.

Interpretam as músicas Adriana Arydes, Anjos de Resgate, Celina Borges, Cristiano Pinheiro, Davidson Silva, Dunga, Eliana Ribeiro, Eros Biondini, Eugênio Jorge, Guilherme Sá, Irmã Kelly Patrícia, Leandro Souza, Luiz Carvalho, Márcio Pacheco, Missionário Shalom, Olívia Ferreira, Padre Fábio de Melo, Padre Gleuson Gomes, Padre Juarez de Castro, Padre Marcelo Rossi, Padre Omar, Padre Reginaldo Manzotti, Ricardo Sá, Suely Façanha, Walmir Alencar e Ziza Fernandes.
 
De uma confira no novo cd da Jornada da Juventude e o CD No coração da Jornada tem varias musicas lindas para se ouvir e poder refletir... vai correndo logo comprar vc ñ vai se arrepender...

Nas lojas Americanas o cd custa R$19,99

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Jornada da Juventude




Jovens está chegando o tão grande dia, o dia em que todos vamos nos unir para celebrar a Deus, vamos todos participar da Jornada da Juventude, veja na sua igreja como você pode está participando, pois é muito importante a sua participação...


Data: 23/Julho até 28/Julho
Organização: Arquidiocese do Rio de Janeiro
Telefone: 2292-3132 / 2532-7300
Site: http://www.rio2013.com
Local: a definir
Descrição:

A Cidade do Rio de Janeiro foi escolhida pelo Vaticano para sediar a 38ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ). O evento, o maior encontro de jovens católicos do mundo, foi criado pelo Beato João Paulo II em 1984. A JMJ Rio 2013 reunirá mais de 2 milhões de jovens.

As notícias sobre o evento são muitas e uma delas é a mega via sacra que acontecerá na praia de Copacabana, no dia 26 de Julho.

Com a ilustre presença do Papa Francisco,no trajeto do Copacabana Palace até o Leme será montado uma via sacra, com mais de 14 escadarias plantadas ao redor da Avenida Atlântica. Mais de 700 voluntários, além de atores famosos, comporão as cenas. Peregrinos de várias nacionalidades carregarão a cruz. A direção geral do espetáculo é de Ulysses Cruz, e a cenografia é de Abel Gomes.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Artesanato

Artesanato para o dia dos pais – lata decorada com EVA


Artesanato dia dos pais

Católicos romanos

Publicado em Domingo, 30 Junho 2013 14:38 | Escrito por Dom Sérgio Castriani é arcebispo metropolitano de Manaus

Dom Sérgio Castriani é arcebispo metropolitano de Manaus




Somos romanos, católicos apostólicos romanos. Professamos nossa fé e a vivemos numa Igreja que se entende como católica, isto é, universal, aberta a todos os povos e culturas, presente em todas as nações, sem acepção de pessoas.

Não somos uma igreja nacional e nem queremos ser uma seita fechada e escondida. Somos apostólicos porque nossa fé, transmitida de geração em geração, tem seu fundamento no testemunho dos apóstolos, um grupo de homens que acompanhou Jesus desde a Galileia, esteve presente na sua paixão e morte e testemunhou a sua ressurreição, proclamando que Jesus é o Messias e Senhor, impulsionados pelo Espírito Santo. Porque católicos e apostólicos, somos romanos.

Nossa catolicidade é garantida e vivida pela comunhão com o bispo de Roma. A comunhão com ele garante que permanecemos nela e ela determina nossos rumos, nosso jeito de crer e nossa moral. Permanecer em comunhão é uma questão de fé em Jesus Cristo que quis a unidade de seus seguidores.

Não criamos uma Igreja ao nosso gosto, mas aceitamos que fazemos parte de um corpo e de um povo que vai além dos nossos limites temporais, geográficos e culturais.

Como podemos saber que estamos na tradição dos apóstolos e não estamos seguindo doutrinas criadas ao sabor dos ventos da história e de acordo com interesses pessoais ou coletivos? A comunhão com o bispo de Roma garante a apostolicidade da nossa fé.

O bispo de Roma com os bispos do mundo inteiro formam o colégio apostólico. Com mecanismos criados e fortalecidos ao longo dos séculos, garantem a autêntica tradição, isto é, a transmissão do Evangelho de geração em geração.

Estas são as raz ões para sermos romanos. Temos respeito e obedecemos ao papa, ouvimos suas orientações e seguimos seu exemplo. Acreditamos que ele é um dom de Deus para nós e para o mundo.

A eleição do papa Francisco nos fez sentir mais uma vez a alegria de sermos o que somos e a certeza de que a Igreja continua a ser a obra- prima do Espírito. Respeitamos os que não partilham esta nossa fé e queremos estar em comunhão com eles na casa comum do ecumenismo, mas preservamos e nos orgulhamos de nossa identidade.

Para mostrar tudo isto, os arcebispos quando nomeados pedem ao papa que lhes conceda o pálio, uma espécie de canga que se coloca sobre os ombros. Feita de lã de carneiro, com pequenas cruzes bordadas é símbolo do pastoreio que lhes é confiado pela Igreja.

Recebê-lo significa que estão em comunhão com o bispo de Roma, que recebeu o pálio quando tomou posse da sua diocese e que em nome da Igreja os elegeu dando-lhes a missão de presidir uma Igreja metropolitana.

Esta entrega acontece todos os anos na solenidade de são Pedro. Estar aí é um privilégio imerecido e um desafio que só pode ser enfrentado com a graça de Deus, e com a amizade de todos.

Num mundo dividido e dilacerado por guerras, crimes, concorrência desleal, exploração de pessoas, oxalá este seja mais um sinal de nossa unidade fundamental como seres humanos, que têm um dest
ino comum.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Significado de Corpus Christi


O que são Corpus Christi:


Corpus Christi significa Corpo de Cristo, vem do latim, e tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia,
o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica. A festa de Corpus Christi acontece sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão a quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.

Corpus Christi é feriado nacional no Brasil desde 1961. São celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou no caso de não haver, o pároco da Igreja,o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.

A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.

A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Diferenças doutrinárias: como os cristãos devem lidar com fato?

André Alves

Da Redação, com colaboração de Núbia Araújo


CNBB
Dom Francisco Biasin é bispo na Diocese de Volta Redonda/Barra do Piraí e também membro do Conselho para o Diálogo Inter-religioso da Santa Sé


No trabalho para a unidade dos cristãos, a dificuldade, talvez a mais evidente, está nas afirmações que dizem respeito à doutrina de cada Igreja cristã.

O Presidente da Comissão Episcopal da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para o Ecumenismo, Dom Francisco Biasin, confirma a existência destes debates em torno da doutrina e considera que eles provêm de interpretações diferentes dos dados bíblicos. Segundo ele, as variadas tradições eclesiais, a cultura dos povos e as formas de estudos teológicos são os fatores que mais influenciam na interpretação das questões bíblicas.
Apesar de dizer que o mais importante são os pontos comuns entre as Igrejas, Dom Biasin ressalta o valor de se debater e esclarecer a doutrina. "O importante é sentar e conversar sem preconceito; ver o que é questão cultural e quais são os dados da fé e, juntos, com a presença do Senhor que prometeu estar presente quando dois ou mais estiverem reunidos em seu nome (cf. Mt 18,20), procurar o caminho de Cristo. E isto, num novo contexto, inclusive, que apela para a unidade".
As questões culturais, segundo o bispo, têm grande influência nas discussões sobre doutrinas. Como exemplo disso, ele cita o que aconteceu no caso da justificação com a Igreja Luterana.
“Na comissão luterano-católica, há cerca de 27 anos, chegou-se a um comum acordo assinado pelo representante da Igreja Luterana da Alemanha e pelo cardeal Kasper, prefeito do Pontifício Conselho para Unidade dos Cristãos. No acordo, colocando as posições uma ao lado da outra, encontrava-se quase que um terceiro caminho compreendido pelas duas Igrejas, que possibilitara uma unidade ainda mais profunda, também doutrinária sobre a questão”.
Com esse exemplo, Dom Biasin conclui que entre católicos e luteranos dizia-se praticamente a mesma verdade, mas com fórmulas diferentes ou com expressões culturais diferentes.
Para o bispo, é importante que se tenha a coragem para promover encontros ecumênicos que não fiquem apenas nas "boas maneiras", mas que condicionem conversas também sobre a doutrina. Esse diálogo faz emergir e ressaltar inclusive, os pontos positivos e comuns entre as Igrejas.

Dialogar, mas sem perder a identidade

Para fazer o diálogo ecumênico, é preciso preservar a identidade, ressalta Dom Biasin. "Não dialogo com meu espelho, mas dialogo com quem tem outra maneira de compreender a verdade e a realidade. Ai de mim se eu perder a minha identidade, eu não dialogo mais! E ai de quem dialoga comigo, se perder a sua identidade, para ser igual a mim".

De acordo com o bispo, a identidade é a base de qualquer diálogo e, sem perdê-la os cristãos devem buscar o que caracteriza a compreensão do dado da fé nas várias Igrejas, encontrando pontos comuns.

O ecumenismo no dia a dia das pessoas

O ecumenismo está presente também nas realidades cotidianas das pessoas. Há questões ecumênicas a serem tratadas num relacionamento de jovens católicos que namoram jovens evangélicos, por exemplo. Os professores de Ensino Religioso nas escolas, constantemente, são convocados a se confrontarem e, ao mesmo tempo, encontrar caminhos comuns para a discussão sobre o assunto com os alunos.

Exemplos de situações próprias do dia a dia não faltam. Dom Biasin classifica estas situações como “ecumenismo do povo”, ou seja, aquele que acontece na base, na vida de cada dia, nas famílias, nas escolas, no trabalho. Para ele, este é um campo imenso de trabalho que começa com a necessidade de uma reflexão que ajude as pessoas a conviverem com o diferente. “É no dia a dia que acontece o verdadeiro ecumenismo”.

Nesse sentido, Dom Francisco destaca que o mais importante é dar ênfase aos pontos que existem em comum. "Eu vejo a riqueza do outro e posso dar a minha riqueza também. Nós temos que dar um passo ao acolhimento do outro que tem vivência cristã igual a minha. Temos muitos pontos em comuns. E a gente não pode se perder em questões marginais quando temos um chão comum e, sobretudo, somos irmãos".

Por fim, conclui o bispo, a unidade entre as Igrejas cristãs é um dom, não é uma conquista apenas da gente. A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos responde à oração e ao desejo de Jesus: "Que todos sejam um..."

Sinal da Cruz: conheça sua história e a forma correta de fazê-lo

André Alves

Da Redação, com Site Oficial de Padre Paulo Ricardo


"O sinal da cruz no limiar da celebração, assinala a marca de Cristo naquele que vai pertencer-lhe e significa a graça da redenção que Cristo nos proporcionou por sua cruz". Esta é a explicação que o Catecismo da Igreja Católica (cf. CIC nº 1235) dá para o gesto que acompanha os cristãos há séculos como sinal da fé que professam.
Os primeiros registros da prática devocional do sinal da cruz estão no escrito De corona militis de Tertuliano. O texto diz: "Em cada caminhada e movimento, em cada entrada e saída, no vestir, no calçar, no banho, no estar à mesa, no acender as luzes, no deitar, no sentar, no lidar com qualquer ocupação, marcamos a testa com o sinal da cruz" (3,4. PL 2, 80A).
De acordo com o padre Paulo Ricardo, sacerdote na Arquidiocese de Cuiabá, Tertuliano apresenta algo que já era tradicional para a Igreja na época, por volta do início do século III. No entanto, explica o padre, esse sinal provavelmente era o pequeno sinal feito na testa, visto que este tem registros bíblicos, nas profecias bíblicas.

No Livro de Ezequiel (Ez 9,4), o profeta tem uma visão de Deus falando ao anjo: "passa no meio da cidade, no meio de Jerusalém e marca com um Tau (sinal da cruz) na testa dos homens que gemem por tantas abominações que nela praticam". Segundo padre Paulo, o sinal, fundamentado da Bíblia, não demorou para ser reconhecido pela Igreja como sinal da cruz de Cristo. 

"Por causa dessa relação, o sinal da cruz pequeno foi se estendendo. Até que se chegou na controvérsia cristológica do monofisismo (Jesus, uma só natureza), algumas pessoas, para atestar a fé de que em Jesus existem duas naturezas, passaram a fazer o sinal da cruz com dois dedos e ampliaram o sinal, para que os dois dedos foram notados", relatou o sacerdote. 

A Simbologia do Sinal da Cruz

Conforme explicação de padre Paulo, o "pequeno sinal da cruz" passou a ser feito da testa ao peito, do ombro esquerdo para o direito, com os dois dedos. Passados os anos, com a intenção de simbolizar a Santíssima Trindade, os cristãos traçavam o sinal da cruz com três dedos e dois recolhidos, lembrando as duas naturezas de Cristo. A riqueza deste sinal fez com que este se estendesse por toda a Idade Média, inclusive no Ocidente.

O Papa Inocêncio III escreveu sobre o assunto e explicou como o sinal da cruz deveria ser feito pelos cristãos da época. "O sinal da cruz deve então ser feito com três dedos, pois ele assinala sob a invocação da Trindade; a respeito da qual disse o profeta: "quem pendurou com três dedos a massa da terra?’ (Isaías 40,12). É assim que se desce do alto para baixo, e da direita se passa à esquerda, pois Cristo desceu do céu à terra e dos Judeus passou para os gentios. Alguns [sacerdotes], porém, fazem o sinal da cruz da esquerda para a direita, pois devemos passar da miséria para a glória, assim como Cristo passou da morte para a vida e do inferno para o paraíso, para que eles assinalem a si mesmos e os outros em uma só direção”.
No entanto, padre Paulo Ricardo esclarece que, atualmente, a legislação para o Ocidente com relação ao sinal da cruz está contida no Cerimonial dos Bispos. Na nota de nº 81, no número 108, verifica-se uma citação do antigo ritual romano para a celebração da Missa, que diz:
"Ao benzer-se, volta para si a palma da mão direita com todos os dedos juntos e estendidos, faz o sinal da cruz da fronte ao peito do ombro esquerdo ao direito. Quando abençoa os outros ou benze outras coisas, [o bispo] volta o dedo mínimo para aquilo que abençoa e ao abençoar estende a mão direita mantendo os dedos juntos e unidos.
De acordo com o padre, a rica simbologia nesta forma de fazer o sinal da cruz está na representação das chagas de Cristo. “Os cinco dedos estendidos, representam as cinco chagas de Cristo, que são o sinal da cruz. Cristo, com a sua cruz, tira toda a condenação do homem (por isso, da esquerda para a direita).”

Como termina o Sinal da Cruz?

Sobre a maneira que se deve finalizar o sinal da cruz, padre Paulo explica que, liturgicamente, o correto é terminá-lo com as mãos juntas ou postas. 

"Antigamente, tinha-se o costume de fazer o sinal da cruz com o terço na mão direita. Ao concluir o gesto, beijava-se a cruz. No entanto, com o passar dos anos, o mesmo gesto continuou sendo feito, porém, sem o terço, ou seja, as pessoas faziam o sinal da cruz e beijavam a mão, sem o terço", explicou. Essa tradição atravessou as gerações e chegou até os tempos atuais. Mas, segundo o padre, a maneira litúrgica, o correto é terminar o sinal da cruz com as mãos postas, frente ao peito. 

Por fim, padre Paulo ressalta que fazer o sinal da cruz com devoção não é um ato supersticioso, mas uma verdadeira entrega da própria vida à cruz salvadora de Cristo. "O sinal da cruz é um sacramental, seja na forma reduzida como na mais ampla, que deve ser usado abundantemente", afirmou. 

Mais detalhes sobre sinal da cruz, no vídeo abaixo:


quarta-feira, 22 de maio de 2013



Venham se emocionar com um encontro inusitado: um publicitário em crise e o Filho de Deus

Grandes filmes estarão em cartaz durante a Mostra de Cinema do Festival da Juventude na JMJ Rio2013.
Entre os filmes que serão exibidos está "7 km de Jerusalém", que narra a história do encontro inusitado
entre um publicitário em crise e o Filho de Deus no caminho entre Emaús e Jerusalém. Um mistério, uma
viagem, um encontro. Uma obra contemporânea que encantou diversos povos e países.


"7km de Jerusalém", de origem italiana e com legendas em português, foi dirigido por Claudio Malaponti,
e sua pré-estreia é uma exclusividade da Mostra de Cinema do Festival da Juventude.

Dia 23 de maio, às 19h30

Local: Lona Cultural Terra - Rua Marcos de Macedo s/n - Guadalupe (próximo ao
Guadalupe Shopping)


Entrada franca, com lugares limitados.

terça-feira, 21 de maio de 2013

1º Promoção do blog

Quer ganhar esse lindo ursinho? então de uma curtida no nosso facebook https://www.facebook.com/grupodejovenstemplarios                                                                           e crie um grito de guerra com "Jovens Templário" o melhor grito de guerra vai ganhar...
 a promoção é valida até dia 15 de junho e no dia 30 de junho será publicado quem ganhou...
É só nos enviar pelo blog ou Facebook nome e telefone,para podemos entrar em contato caso ganhe..bjs obrigada







terça-feira, 7 de maio de 2013

Divulgação de Bandas


Novidade Galera!

Estamos esperando! =DSe você tem, conhece alguma ou e de uma comunidade que tenha uma banda católica, essa é a hora de mostrar que nossa música tem voz, vez, força e benção, para isso mande seu material para nós dos Jovens Templários e também para o site Jovens Católicos.

Vamos Evangelizar com boa música!!!!!